Testemunho de uma jovem coreana
O pastor M.A. é um dedicado ministro da palavra. Bem equipado, possui estudo no exterior e pastoreia uma das grandes igrejas de Khartoum, além de dirigir um seminário bíblico. Até um mês atrás, sua igreja tinha 400 pessoas. No último domingo havia 60. Mais de 300 de seus membros são originários do sul do Sudão, e voltaram para a região por conta da emancipação do novo país. O Sudão do Sul sagrou-se a mais nova nação do mundo e o 193o país da ONU, tudo a partir do último dia 9 de julho. A nova república é constituído por grande maioria cristã, pelo menos em termos nominais. Com isso, os muçulmanos se concentraram no norte. E o presidente Omar Al-Bashir declarou que, de agora em diante, o Sudão será um país 100% islâmico, visto que as tribos foram emancipadas. Não há intenção de tolerar diversidade cultural e religiosa. Mas a igreja continua no norte. E a perseguição começou. Nesses dias em que estive lá, visitei ambos os países. Os dois são marcados por extrema pobreza e falta de desenvolvimento. No sul, no entanto, percebe-se a euforia, e o cristianismo nominal bate à porta. A guerra e a perseguição fizeram com que o povo se aproximasse de Deus por algum tempo. Com o fim dessas, porém, líderes locais afirmam que a liberdade já parece ocidentalizar a mentalidade da igreja, gerando pouco compromisso. Os pastores mostraram-me cristãos bêbados nas ruas, celebrando a emancipação. Quando mal utilizada, a liberdade pode enjaular-nos. No Norte, porém, os perseguidos caminham juntos. Participei de reuniões com os principais líderes anglicanos, presbiterianos, assembleianos e interdenominacionais. Vi que sua mobilização gira em torno da evangelização das regiões mais islamizadas do norte: “Agora, sem o sul, somos reconhecidamente um país islâmico. Portanto, somos um povo não alcançado” – disse-me um influente líder local. No norte estão os que chamamos “muçulmanos convertidos”, ou em inglês MBBs (Muslim Background Believers). Esses são os que mais sofrem, visto que, nessa parte do mundo, abandonar o Islam pode constituir crime passível de pena de morte. A MAIS quer trabalhar de perto apoiando os referidos pastores convertidos do Islam, oferecendo treinamento e recursos. Já agendamos alguns seminários e pretendemos iniciar projetos de suporte financeiro. Um trabalho arrojado, secreto e que demanda grande investimento Se quiser contribuir com nossos projetos no Sudão, fale conosco através do e-mail contato@maisnomundo.org. Sobre todas as coisas, sua oração será o nosso sustento! Continuemos a caminhar, sonhando que a igreja sofredora torne-se igreja triunfante. A Ele a glória! Fonte: Mais no mundo
- Você que orar pelos países do mundo? Quero sugerir que você comece com a lista abaixo e indo nome por nome, quem sabe um por dia, faça o propósito de orar por todos os países do mundo. Lembre-se que Deus ama as nações e que no livro do Apocalipse temos a informação que o Cordeiro de Deus será louvado por gente de todas as tribos, raças e culturas. “Pede-me e eu te darei as nações por herança”.
(A)
Afghanistan (Kabul) (AS)
Albania (Tirane) (EU)
Algeria (Algers) (AF)
Andorra (Andorra la Vella) (EU)
Angola (Luanda) (AF)
Antigua and Barbuda (St. John’s) (NA)
Argentina (Buenos Aires) (SA)
Armenia (Yerevan) (EU)
Australia (Canberra) (AU)
Austria (Vienna) (EU)
Azerbaijan (Baku) (AS)
(B)
Bahamas (Nassau) (NA)
Bahrain (Manama) (AS)
Bangladesh (Dhaka) (AS)
Barbados (Bridgetown) (NA)
Belarus (Minsk) (EU)
Belgium (Brussels) (EU)
Belize (Belmopan) (NA)
Benin (Port-Novo) (AF)
Bhutan (Thimphu) (AS)
Bolivia (Sucre) (SA)
Bosnia and Herzegovina (Sarajevo) (EU)
Botswana (Gaborone) (AF)
Brazil (Brasilia) (SA)
Brunei (Bander Seri Begawan) (AS)
Bulgaria (Sofia) (EU)
Burkina Faso (Ouagadougou) (AF)
Burma/Myanmar (Yangon) (AS)
Burundi (Bujumbura) (AF)
(C)
Cambodia (Phnom Penh) (AS)
Cameroon (Yaounde) (AF)
Canada (Ottawa) (NA)
Cape Verde (Praia) (EU – Portugal)
Central African Republic (Bangui) (AF)
Chad (N’Djamena) (AF)
Chile (Santiago) (SA)
China (Beijing) (AS)
Colombia (Bogota) (SA)
Comoros (Moroni) (AF)
Congo (Brazzaville) (AF)
Congo, Democratic Republic of (Kinshasa) (AF)
Costa Rica (San Jose) (NA)
Cote d’Ivoire/Ivory Coast (Yamoussoukro) (AF)
Croatia (Zagreb) (EU)
Cuba (Havana) (NA)
Cyprus (Nicosia) (AS) and/or (EU)
Czech Republic (Prague) (EU)
(D)
Denmark (Copenhagen) (EU)
Djibouti (Djibouti) (AF)
Dominica (Roseau) (NA)
Dominican Republic (Santo Domingo) (NA)
(E)
East Timor (Dili) (AS)
Ecuador (Quito) (SA)
Egypt (Cairo) (AF)
El Salvador (San Salvador) (NA)
Equatorial Guinea (Malabo) (AF)
Eritrea (Asmara) (AF)
Estonia (Tallinn) (EU)
Ethiopia (Addis Ababa) (AF)
(F)
Fiji (Suva) (AU – Oceania)
Finland (Helsinki) (EU)
France (Paris) (EU)
(G)
Gabon (Liberville) (AF)
Gambia (Banjul) (AF)
Georgia (Tbilisi) (EU)
Germany (Berlin) (EU)
Ghana (Accra) (AF)
Greece (Athens) (EU)
Grenada (St. George’s) (NA)
Guatemala (Guatemala City) (NA)
Guinea (Conakry) (AF)
Guinea-Bissau (Bissau) (AF)
Guyana (Georgetown) (SA)
(H)
Haiti (Port-au-Prince) (NA)
Honduras (Tegucigalpa) (NA)
Hungary (Budapest) (EU)
(I)
Iceland (Reykjavik) (EU)
India (New Delhi) (AS)
Indonesia (Jakarta) (AS)
Iran (Tehran) (AS)
Iraq (Baghdad) (AS)
Ireland (Dublin) (EU)
Israel (Jerusalem) (AS)
Italy (Rome) (EU)
(J)
Jamaica (Kingston) (NA)
Japan (Tokyo) (AS)
Jordan (Amman) (AS)
(K)
Kazakstan (Astana) (AS)
Kenya (Nairobi) (AF)
Kiribati (Bairiki) (AU – Oceania)
Korea, North (Pyongyang) (AS)
Korea, South (Seoul) (AS)
Kuwait (Kuwait City) (AS)
Kyrgyzstan (Bishkek) (AS)
(L)
Laos (Vientiane) (AS)
Latvia (Riga) (EU)
Lebanon (Beirut) (AS)
Lesotho (Maseru) (AF)
Liberia (Monrovia) (AF)
Libya (Tripoli) (AF)
Liechtenstein (Vaduz) (EU)
Lithuania (Vilnius) (EU)
Luxembourg (Luxembourg) (EU)
(M)
Macedonia (Skopje) (EU)
Madagascar (Antananarivo) (AF)
Malawi (Lilongwe) (AF)
Malaysia (Kuala Lumpur) (AS)
Maldives (Male) (AS)
Mali (Bamako) (AF)
Malta (Valletta) (EU)
Marshall Islands (Majuro) (AU – Oceania)
Mauritania (Nouakchott) (AF)
Mauritius (Port Louis) (AF)
Mexico (Mexico City) (NA)
Micronesia (Palikir) (AU – Oceania)
Moldova (Chisinau) (EU)
Monaco (Monaco) (EU)
Mongolia (Ulan Bator) (AS)
Montenegro (Podgorica) (EU)
Morocco (Rabat) (AF) (including Western Sahara)
Mozambique (Maputo) (AF)
(N)
Namibia (Windhoek) (AF)
Nauru (no official capital) (AU – Oceania)
Nepal (Kathmandu) (AS)
Netherlands (Amsterdam, The Hague) (EU)
New Zealand (Wellington) (AU)
Nicaragua (Managua) (NA)
Niger (Niamey) (AF)
Nigeria (Abuja) (AF)
Norway (Oslo) (EU)
(O)
Oman (Muscat) (AS)
(P)
Pakistan (Islamabad) (AS)
Palau (Koror) (AU – Oceania)
Panama (Panama City) (NA)
Papua New Guinea (Port Moresby) (AU)
Paraguay (Asuncion) (SA)
Peru (Lima) (SA)
Philippines (Manila) (AS)
Poland (Warsaw) (EU)
Portugal (Lisbon) (EU)
(Q)
Qatar (Doha) (AS)
(R)
Romania (Bucharest) (EU)
Russian Federation (Moscow) (AS)
Rwanda (Kigali) (AF)
(S)
Saint Kitts and Nevis (Basseterre) (NA)
Saint Lucia (Castries) (NA)
Saint Vincent and the Grenadines (Kingstown) (NA)
Samoa (Apia) (AU – Oceania)
San Marino (San Marino) (EU)
Sao Tome and Principe (Sao Tome) (AF)
Saudi Arabia (Riyadh) (AS)
Senegal (Dakar) (AF)
Serbia (Belgrade) (EU)
Seychelles (Victoria) (AF)
Sierra Leone (Freetown) (AF)
Singapore (Singapore City) (AS)
Slovakia (Bratislava) (EU)
Slovenia (Ljubljana) (EU)
Solomon Islands (Honiara) (AU – Oceania)
Somalia (Mogadishu) (AF)
South Africa (Pretoria, Cape Town, Bloemfontein) (AF)
Spain (Madrid) (EU)
Sri Lanka (Colombo) (AS)
Sudan (Khartoum) (AF)
Suriname (Paramaribo) (SA)
Swaziland (Mbabane) (AF)
Sweden (Stockholm) (EU)
Switzerland (Bern) (EU)
Syria (Damascus) (AS)
(T)
Tajikistan (Dushanbe) (AS)
Tanzania (Dodoma) (AF)
Thailand (Bangkok) (AS)
Togo (Lome) (AF)
Tonga (Nuku’alofa) (AU – Oceania)
Trinidad and Tobago (Port-of-Spain) (NA)
Tunisia (Tunis) (AF)
Turkey (Ankara) (AS) & (EU)
Turkmenistan (Ashgabat) (AS)
Tuvalu (Funafuti) (AU – Oceania)
(U)
Uganda (Kampala) (AF)
Ukraine (Kiev) (EU)
United Arab Emirates (Abu Dhabi) (AS)
United Kingdom (London) (EU)
United States (Washington D.C.) (NA)
Uruguay (Montevideo) (SA)
Uzbekistan (Tashkent) (AS)
(V)
Vanuatu (Port-Vila) (AU – Oceania)
Vatican City (na) (EU)
Venezuela (Caracas) (SA)
Vietnam (Hanoi) (AS)
(Y)
Yemen (Sana) (AS)
(Z)
Zambia (Lusaka) (AF)
Zimbabwe (Harare) (AF)

Das muitas dificuldades enfrentadas pelo missionário no campo, sem sombra de dúvida adaptação a cultura e costumes locais são a maior delas. Alguns gestos, palavras, valores individuais, alimentação, e até o simples ato olhar, muitas vezes deixam o recém chegado confuso. É necessário, portanto, muita paciência e persistência para se adaptar a esta nova maneira de encarar a vida, as emoções, e para pregar a palavra de Deus com eficiência.
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Dos 24.000 povos no mundo, 8.000 ainda não foram alcançados com o Evangelho. • Dos 251 povos indígenas brasileiros, 118 ainda não têm missionários. • Das 7.158 línguas do mundo, a Bíblia ainda não foi traduzida para 4.000 delas.
• Ainda existem países que não possuem nenhum crente nacional conhecido. Entre eles estão Arábia Saudita, Saara Ocidental, Ilhas Maldivas e Catar
• Das 600.000 cidades e vilas na Índia, em 500.000 ainda não tem obreiros cristãos.
• Na China ainda existem 500.000.000 de pessoas que nunca ouviram falar de Jesus.
• Dentre as 250.000 igrejas existentes no Brasil menos de 400 delas possuem um missionário trabalhando com esses povos não alcançados (incluindo nossas tribos indígenas).
• Acredita-se que morrem 85.000 diariamente no mundo sem nunca terem ouvido falar da salvação em Jesus.• Menos de 1% dos recursos da Igreja brasileira são investidos na obra transcultural.
• A média de investimento do crente brasileiro em missões é de apenas R$ 1,30 por ano.
• Pra se ter uma ideia, se investe mais em chicletes e balas do que missoes.
Estas informações são conhecidas da maioria dos líderes denominacionais brasileiros, mas é algo pouco divulgado entre os crentes. Sendo assim, o projeto visa levantar não apenas candidatos, mas também igrejas e pessoas que estejam dispostos a interceder por missões e investir naqueles que pretendem ir.
Fonte: Sepal
A vida religiosa do muçulmano tem práticas bastante rigorosas, as quais são chamadas de “Colunas da Religião”.Recitação do credo islâmico: "Não há outro deus além de Alá e Maomé é o mensageiro de Alá." A simples declaração desta sentença é suficiente para alguém se tornar muçulmano e garantir a sua entrada no paraíso depois da morte, apesar de que todo mundo precisa primeiro ir para o inferno. A frase também é constantemente recitada nos ouvidos dos recém-nascidos. Repeti-las acumula méritos.
Preces cotidianas: chamadas de slãts, feitas cinco vezes ao dia, cada vez em uma posição diferente (de pé, ajoelhado, rosto no chão, etc), e virados em direção à Meca. A chamada para a oração é feita por uma corneta, denominada de muezim, desde uma torre chamada de minarete, a qual faz parte de um santuário ou lugar público de adoração conhecido como mesquita.
Observação do mês de Ramadã: o qual comemora a primeira revelação do Alcorão recebida por Maomé. Durante um mês, as pessoas jejuam desde o nascer até o pôr do sol. Segundo eles, os portões do paraíso abrem, os do inferno fecham, e os que jejuam têm seus pecados perdoados.
Peregrinação para Meca: ou Hajj, ao lugar do nascimento de Maomé, na época de Eid el Adha (festa islâmica que rememora o dia em que o profeta Abraão aceitou a ordem de sacrificar um carneiro em lugar de seu filho), pelo menos uma vez na vida por todo muçulmano dotado de condições físicas e econômicas.
Dar esmolas aos pobres: ou Zakat, que corresponde a um imposto anual de 2,5% do lucro pessoal, como forma de purificação e ajuda aos pobres. Também ofertam para o estado islâmico, para as mesquitas, etc..
Estes cinco são os principais pilares da fé islâmica. Entretanto, a maioria dos eruditos muçulmanos considera o Jihad, ou guerra santa como o sexto pilar. Jihad é a batalha por meio da qual se atinge um dos objetivos do islamismo, que é reformar o mundo. Qualquer muçulmano que morra numa guerra defendendo os direitos do islamismo ou de Alá, já tem sua vida eterna garantida. Por esta razão, todos que tomam parte dessa “guerra santa”, não têm medo de morrer ou de passar por nenhum risco.

as brasileiros. Quando Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil, em 1500, havia entre 5 a 6 milhões deles, divididos em cerca de 900 grupos étnicos. Foram dizimados impiedosamente pelos colonizadores. Hoje, 500 anos depois, eles estão reduzidos a 250 mil e a 221 grupos, sendo 41 desses grupos com mais de 1.000 membros e 56 com menos de 100 indígenas falando cerca de 185 línguas diferentes (dados de 1991). Sua evangelização constitui-se num desafio para todos nós, por causa das pressões dos sociólogos incrédulos, da imprensa e da grande variedade de línguas que dificulta prover literatura em sua língua.
“Conexão África”. Este é o nome da missão formada por 200 voluntários, de diferentes igrejas, que embarca nesta sexta-feira para Johanesburgo com o objetivo de “evangelizar” africanos, brasileiros e coreanos, entre outros que cruzarem pelo seu caminho. O grupo espera, também, um contato com os jogadores da seleção brasileira que abraçam a fé evangélica.O líder da missão, ex-jogador de handebol Marcos Grava, já está na África do Sul. “Ainda não estabelecemos uma meta, mas nosso objetivo é evangelizar o maior número de pessoas possível”, explica Nelson Cortes dos Santos, diácono da Igreja Batista de Guianases, em São Paulo. Segundo ele, há integrantes de diferentes igrejas evangélicas na missão – além da Batista, Renascer (a mesmo do jogador Kaká), Universal e Presbiteriana, entre outras.A exibição de mensagens religiosas está proibida pela Fifa em suas áreas, inclusive dentro dos campos. A medida foi tomada depois da Copa das Confederações, em 2009, em resposta à comemoração de alguns jogadores da seleção brasileira, que exibiram camisas com este teor ao final da última partida.
Nelson Cortes dos Santos organizava, na tarde desta sexta-feira, no aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos, o grupo de 200 voluntários que embarcaria para Johanesburgo, com escala em Madri. Há 14 pastores no grupo e tradutores especializados em inglês, francês, espanhol e, até, coreano. A missão espera abordar torcedores da seleção que enfrentará o Brasil em seu primeiro jogo na Copa.
Ao chegar em Johanesburgo, o grupo passará por cinco dias de treinamento, a respeito de segurança e cultura local. Estão previstas atividades de rua com idosos, crianças e eventos artísticos.
A viagem é fruto da ação de três grupos evangélicos, a Coalizão Brasileira dos Ministérios Esportivos, a Junta de Missões Mundiais e a Faculdade Batista de Teologia. Os voluntários que embarcam nesta sexta-feira vestiam agasalhos esportivos com as cores da seleção brasileira, em verde e amarelo.
A Somália fica localizada no Chifre da África, região conhecida como uma das mais pobres do mundo, onde estão situados os também o Quênia, Etiópia, Djibuti e Eritréia.
Quem são os Somalis
Povo que vive no leste da África. São 5.5 milhões na Somália e outros 5 milhões vivem como refugiados de guerra em outros países. 99% da população é muçulmana e destes, mais de 75% são analfabetos.Cremos que Deus nos chamou para trabalhar entre os Somali, e nosso primeiro passo será estar entre os Refugiados que estão no Quênia.É grandioso o cenário em que Deus está se manifestando entre este povo não alcançado. Hoje temos no Quênia 500 mil refugiados Somalis e destes pouco mais de 40 são convertidos. Isto significa que 0,01% são cristãos somente dentro de Nairobi, uma capital com cerca de 3 milhões de habitantes. A realidade para eles no Quênia é muito diferente do que têem em seu país natal. No Quênia existe liberdade para pregação do evangelho. Mesmo tendo uma forte comunidade islâmica e enfrentando muita oposição, ainda temos muito mais facilidades para lhes anunciar as Boas Novas do que se estivéssemos na Somália.O país foi devastado pela guerra civil e a presença missionária entre este povo é muito pequena e perigosa! Tudo indica que estamos em um momento importante na vida e na história deste povo não alcançado. Eles estão procurando descobrir a verdade. Existe em seus corações uma grande sede de Deu.
“Eles estão lá, esperando que alguma coisa aconteça para que eles possam voltar para seu país.”Em razão disto, nasceu o Projeto Chifre da África – Somália, onde o nosso alvo é a o país e os milhares de refugiados Somalis que estão no Quênia, Etiópia, Djibuti e Eritréia. Acreditamos que esse é um sonho de Deus e algo que Ele tem nos chamou a realizar para a Glória do Seu nome.
Fonte: Jocum Brasil
rea total do planeta, compreendendo 62 países. Os dois maiores países do mundo, em número de habitantes, encontram-se nessa área: China e Índia. Os dois juntos representam cerca de 33% da população da terra. Esta região estende-se desde o oeste da África até ao leste da Ásia, e é comparada a uma janela retangular, estando entre 10 e 40 graus ao norte da linha do equador. Todas as terras bíblicas encontram-se nessa janela. O apóstolo Paulo ultrapassou esses limites nas suas viagens missionárias (Rm 15.19). 2. Características. É a área do mundo onde vive o maior número de povos não alcançados, predominando os seguidores do Islamismo, do Hinduísmo e do Budismo. O Islamismo está atingindo 1 bilhão de adeptos, o Hinduísmo, mais de 700 milhões. A Janela 10/40 é conhecida como o Cinturão de Resistência; nela se encontram as fortalezas de Satanás, pois 37 dos 50 países menos alcançados do mundo localizam-se nessa região. Nessa área, estão 82% dos mais pobres do planeta. Bilhões de pessoas são vítimas das enfermidades, misérias e calamidades.
A Rússia é um país matriarcal, a mulher manda em tudo, inclusive no marido, e até mesmo na igreja vemos isso. Os homens em sua maioria sao preguiçosos, alguns quando casam abandonam o serviço para ser sustentado pela mulher.
Sobre os homens:
1- As roupas são ridículas (em nossa cultura), sapato de bico fino, calça listrada e camiseta listrada;
2- Cabelos curtos;
3- falam gritando;
4- fumam e bebem em todo lugar (inclusive na maioria dos serviços existe 15min. de folga pra fumar durante o dia);
5- Sao bem magros;
6- Uma grande parte dos adultos tem tatuagem no braço como dos presos do Brasil.
Sobre as mulheres:
1- a mulher quando tem filho tem direito a 1 ano e 4 meses de licença (mas quando volta a trabalhar é o marido que abandona o serviço para ficar "cuidando" do filho;
2- não andam na rua sem maquiagem, e muita maquiagem;
3- uma grande parte usa cabelo colorido ou de cor estranha para cabelo (verde, laranja, roxo), e o corte é diferente, mas é bonito.
4- usam unhas postiças, bem grande e colorida, isso durante o dia, no ônibus, no trabalho, eu acho muito feio, mas a maioria usa...
5- São extramamente magras e as babushcas (vovós) são bem gordas.
Geral:
1- uma visitia fica o dia inteiro em sua casa, alguns chegam na hora do almoco e vão embora só lá pra meia noite;
2- não existe lei do consumidor, então se vê produtos vencidos nas pratileiras, aumento repentino em tarifas e outras coisas;
3- frutas que não se conhece na rússia: goiaba, manga, maracujá, açai, figo, uva (grande, aqui tem umas minúsculas), amexa, jaca, fruta do conde, e outras também não muito conhecidas no Brasil, mas tem umas frutinhas que eu particularmente não conhecia no Brasil;
4- 90% das pessoas moram em prédios aqui, em Moscou 100%, e a maioria das casas sao de madeiras, e as mais antigas ficam metade enterreda, a janela fica rente a calcada (não me pergunte como eu nao sei...rsrs);
5- as calçadas sao mais largas que uma rua tradicional no Brasil e as ruas tem faixa pra cerca de 4 - 8 carros de cada lado;
6- Começaram as aulas, desde o primário até o fim do colegial os alunos usam terno e gravata (inclusive as garotas, é lógico, um terno feminino), tanto em escolas públicas como particulares, as particulares até o sapato tem que ser da cor;
7- Aqui o velho e o novo se misturam, o primeiro prédio é um da época do comunismo, onde em cada apartamento moram cerca de 3 familias e é muito feio por dentro, já o segundo é um prédio moderno feito depois da queda do comunismo, e a outra foto, uma típica casa russa.