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Projeto Abraão

Povos não alcançados no Brasil

Cerca de 251 etnias distintas, mais de 180 línguas diferentes. Dentre estas, apenas 26 possuem o Novo Testamento completo traduzido em seus idiomas. Em 1573 Frei Ernesto Fonseca analisa os habitantes do novo país conquistado pela força portuguesa, afirmou que: “... além de contrários ao trabalho e disciplina de qualquer tipo, seguem práticas tão pagãs e alheias a Deus que torna-se improvável que tenham uma mente evoluída que possa compreender a salvação, ou serem dignos dela”

Creio que seja correto pensarmos que a visão da grande massa de brasileiros não tenha mudado muito ao longo destes últimos 500 anos e que as primeiras e errôneas impressões sobre os indígenas influenciaram a nossa missiologia bíblica e estratégia missionária para o Brasil até hoje. Convivemos com esta visão distorcida a respeito da comunidade nativa do nosso país quando até o termo “índio” passou a ser sinônimo de preguiça ou ignorância e “programa de índio” aponta para algo mal planejado e que sempre dá errado.Calcula-se que havia 1,5 milhão de indígenas no ano de 1530 enquanto hoje eles não passam de 300.000 em todo o território nacional entre os quais escondem-se as mais duras realidades e desafios espirituais e assim somos chocados com pessoas como a índia Thuthurudé da tribo Deni que um dia exclamou: “Ore por mim ! Quero ouvir o evangelho antes de morrer”.

REALIDADE POPULACIONAL E LINGUÍSTICA

Trata-se de uma realidade desconhecida por muitos onde mais de 300.000 índios dividem-se em cerca de 251 etnias distintas representando mais de 180 línguas diferentes. Dentre estas, apenas 26 possuem o Novo Testamento completo traduzido em seus idiomas e outras 59 possuem porções, entretanto mais de 120 tribos necessitam urgentemente de uma tradução das Escrituras. Apesar das 25 Agências Missionárias que bravamente atuam entre os índios em nosso país ainda contamos com mais de 100 tribos totalmente não alcançadas além de outras 19 em fase de estudo. Segundo estatísticas de junho de 2001 do Banco de Dados do Departamento de Assuntos Indígenas da AMTB (tendo o Pr Rinaldo de Mattos como organizador e o missiólogo PauloBottrel como pesquisador) o cenário indígena é como se segue:
Para entendermos a realidade indígena atual olharemos rapidamente alguns aspectos.

Tribos conhecidas:
218 (população: 353.881)
Tribos isoladas: 33 (população: 1.853)
Tribos a serem pesquisadas:
50 (população estimada: 2.735)
Tribos com existência duvidosa:
48 (população: 2.217)
Total de tribos existentes: 349 (população: 360.686)

A situação das tribos indígenas em relação à distribuição da própria população segue o seguinte diagrama:

52 tribos com menos de 100 pessoa s
115 tribos entre 100 e 1.000 pessoas
53 tribos entre 1.000 e 10.000 pessoas
5 tribos entre 10.000 e 20.000 pessoas
2 tribos entre 20.000 e 30.000 pessoas
1 tribo com mais de 30.000 pessoas
23 tribos com população indeterminada

Em relação ao evangelho as tribos indígenas são classificadas da seguinte forma:

72 não alcançadas46 alcançadas só por Missões Católicas4 alcançadas só por Leigos 2 alcançadas só com Tradução
75 alcançadas satisfatoriamente
8 alcançadas e com Liderança Autóctone
9 com situação indeterminada
118 sem presença missionária evangélica
A realidade a respeito desta centena de tribos brasileiras não alcançadas envolve línguas complexas, lugares inacessíveis, possibilidade de embates tribais, enfermidades, isolamento e especialmente restrições legais.
É preciso sentar e calcular o preço da construção da torre. Essa é a nossa nação!

Fonte: www.mntb.org.br

Bíblias para Moçambique



A CNM pretende distribuir, gratuitamente, duas mil Bíblias para a população de Moçambique, em dialeto próprio Chichewa. Denominado “Campanha Nacional de Doação de duas mil de Bíblias”, o projeto será lançado, no site da UMP.
A Campanha é uma iniciativa de valorização, da Palavra de Deus. O pedido das Bíblias é feito pelos membros da Igreja Presbiteriana de Moçambique, e adotado pela CNM como um projeto de evangelização.
A Campanha Nacional de Doação de dois mil de Bíblias é um serviço prestado pela CNM aos campos missionários parceiros, para que elas possam distribuir a Palavra de Deus aos que não têm condições de comprar a Bíblia, aumentando assim o poder evangelizador, utilizando-se da leitura orante da Bíblia.
O valor de cada BÍBLIA é de UR$ 7,00 (sete dólares aproximadamente), na ocasião incentivamos cada CSM a contribuir com 100 bíblias, para que assim possamos alcançar nossa meta.

Depositem suas ofertas:

Confederação Nacional de Mocidade-CNM
Banco do Brasil
AG 83-3
CC 25000-7 IPB.

O depósito especificamente para a campanha das Biblias será assim:
valor redondo + 0,05 Ex: 150,05 ou 179,05

Lista das nações do mundo

- Você que orar pelos países do mundo? Quero sugerir que você comece com a lista abaixo e indo nome por nome, quem sabe um por dia, faça o propósito de orar por todos os países do mundo. Lembre-se que Deus ama as nações e que no livro do Apocalipse temos a informação que o Cordeiro de Deus será louvado por gente de todas as tribos, raças e culturas. “Pede-me e eu te darei as nações por herança”.

(A)
Afghanistan (Kabul) (AS)
Albania (Tirane) (EU)
Algeria (Algers) (AF)
Andorra (Andorra la Vella) (EU)
Angola (Luanda) (AF)
Antigua and Barbuda (St. John’s) (NA)
Argentina (Buenos Aires) (SA)
Armenia (Yerevan) (EU)
Australia (Canberra) (AU)
Austria (Vienna) (EU)
Azerbaijan (Baku) (AS)

(B)
Bahamas (Nassau) (NA)
Bahrain (Manama) (AS)
Bangladesh (Dhaka) (AS)
Barbados (Bridgetown) (NA)
Belarus (Minsk) (EU)
Belgium (Brussels) (EU)
Belize (Belmopan) (NA)
Benin (Port-Novo) (AF)
Bhutan (Thimphu) (AS)
Bolivia (Sucre) (SA)
Bosnia and Herzegovina (Sarajevo) (EU)
Botswana (Gaborone) (AF)
Brazil (Brasilia) (SA)
Brunei (Bander Seri Begawan) (AS)
Bulgaria (Sofia) (EU)
Burkina Faso (Ouagadougou) (AF)
Burma/Myanmar (Yangon) (AS)
Burundi (Bujumbura) (AF)

(C)
Cambodia (Phnom Penh) (AS)
Cameroon (Yaounde) (AF)
Canada (Ottawa) (NA)
Cape Verde (Praia) (EU – Portugal)
Central African Republic (Bangui) (AF)
Chad (N’Djamena) (AF)
Chile (Santiago) (SA)
China (Beijing) (AS)
Colombia (Bogota) (SA)
Comoros (Moroni) (AF)
Congo (Brazzaville) (AF)
Congo, Democratic Republic of (Kinshasa) (AF)
Costa Rica (San Jose) (NA)
Cote d’Ivoire/Ivory Coast (Yamoussoukro) (AF)
Croatia (Zagreb) (EU)
Cuba (Havana) (NA)
Cyprus (Nicosia) (AS) and/or (EU)
Czech Republic (Prague) (EU)

(D)
Denmark (Copenhagen) (EU)
Djibouti (Djibouti) (AF)
Dominica (Roseau) (NA)
Dominican Republic (Santo Domingo) (NA)

(E)
East Timor (Dili) (AS)
Ecuador (Quito) (SA)
Egypt (Cairo) (AF)
El Salvador (San Salvador) (NA)
Equatorial Guinea (Malabo) (AF)
Eritrea (Asmara) (AF)
Estonia (Tallinn) (EU)
Ethiopia (Addis Ababa) (AF)

(F)
Fiji (Suva) (AU – Oceania)
Finland (Helsinki) (EU)
France (Paris) (EU)

(G)
Gabon (Liberville) (AF)
Gambia (Banjul) (AF)
Georgia (Tbilisi) (EU)
Germany (Berlin) (EU)
Ghana (Accra) (AF)
Greece (Athens) (EU)
Grenada (St. George’s) (NA)
Guatemala (Guatemala City) (NA)
Guinea (Conakry) (AF)
Guinea-Bissau (Bissau) (AF)
Guyana (Georgetown) (SA)

(H)
Haiti (Port-au-Prince) (NA)
Honduras (Tegucigalpa) (NA)
Hungary (Budapest) (EU)

(I)
Iceland (Reykjavik) (EU)
India (New Delhi) (AS)
Indonesia (Jakarta) (AS)
Iran (Tehran) (AS)
Iraq (Baghdad) (AS)
Ireland (Dublin) (EU)
Israel (Jerusalem) (AS)
Italy (Rome) (EU)

(J)
Jamaica (Kingston) (NA)
Japan (Tokyo) (AS)
Jordan (Amman) (AS)

(K)
Kazakstan (Astana) (AS)
Kenya (Nairobi) (AF)
Kiribati (Bairiki) (AU – Oceania)
Korea, North (Pyongyang) (AS)
Korea, South (Seoul) (AS)
Kuwait (Kuwait City) (AS)
Kyrgyzstan (Bishkek) (AS)

(L)
Laos (Vientiane) (AS)
Latvia (Riga) (EU)
Lebanon (Beirut) (AS)
Lesotho (Maseru) (AF)
Liberia (Monrovia) (AF)
Libya (Tripoli) (AF)
Liechtenstein (Vaduz) (EU)
Lithuania (Vilnius) (EU)
Luxembourg (Luxembourg) (EU)

(M)
Macedonia (Skopje) (EU)
Madagascar (Antananarivo) (AF)
Malawi (Lilongwe) (AF)
Malaysia (Kuala Lumpur) (AS)
Maldives (Male) (AS)
Mali (Bamako) (AF)
Malta (Valletta) (EU)
Marshall Islands (Majuro) (AU – Oceania)
Mauritania (Nouakchott) (AF)
Mauritius (Port Louis) (AF)
Mexico (Mexico City) (NA)
Micronesia (Palikir) (AU – Oceania)
Moldova (Chisinau) (EU)
Monaco (Monaco) (EU)
Mongolia (Ulan Bator) (AS)
Montenegro (Podgorica) (EU)
Morocco (Rabat) (AF) (including Western Sahara)
Mozambique (Maputo) (AF)

(N)
Namibia (Windhoek) (AF)
Nauru (no official capital) (AU – Oceania)
Nepal (Kathmandu) (AS)
Netherlands (Amsterdam, The Hague) (EU)
New Zealand (Wellington) (AU)
Nicaragua (Managua) (NA)
Niger (Niamey) (AF)
Nigeria (Abuja) (AF)
Norway (Oslo) (EU)

(O)
Oman (Muscat) (AS)

(P)
Pakistan (Islamabad) (AS)
Palau (Koror) (AU – Oceania)
Panama (Panama City) (NA)
Papua New Guinea (Port Moresby) (AU)
Paraguay (Asuncion) (SA)
Peru (Lima) (SA)
Philippines (Manila) (AS)
Poland (Warsaw) (EU)
Portugal (Lisbon) (EU)

(Q)
Qatar (Doha) (AS)

(R)
Romania (Bucharest) (EU)
Russian Federation (Moscow) (AS)
Rwanda (Kigali) (AF)

(S)
Saint Kitts and Nevis (Basseterre) (NA)
Saint Lucia (Castries) (NA)
Saint Vincent and the Grenadines (Kingstown) (NA)
Samoa (Apia) (AU – Oceania)
San Marino (San Marino) (EU)
Sao Tome and Principe (Sao Tome) (AF)
Saudi Arabia (Riyadh) (AS)
Senegal (Dakar) (AF)
Serbia (Belgrade) (EU)
Seychelles (Victoria) (AF)
Sierra Leone (Freetown) (AF)
Singapore (Singapore City) (AS)
Slovakia (Bratislava) (EU)
Slovenia (Ljubljana) (EU)
Solomon Islands (Honiara) (AU – Oceania)
Somalia (Mogadishu) (AF)
South Africa (Pretoria, Cape Town, Bloemfontein) (AF)
Spain (Madrid) (EU)
Sri Lanka (Colombo) (AS)
Sudan (Khartoum) (AF)
Suriname (Paramaribo) (SA)
Swaziland (Mbabane) (AF)
Sweden (Stockholm) (EU)
Switzerland (Bern) (EU)
Syria (Damascus) (AS)

(T)
Tajikistan (Dushanbe) (AS)
Tanzania (Dodoma) (AF)
Thailand (Bangkok) (AS)
Togo (Lome) (AF)
Tonga (Nuku’alofa) (AU – Oceania)
Trinidad and Tobago (Port-of-Spain) (NA)
Tunisia (Tunis) (AF)
Turkey (Ankara) (AS) & (EU)
Turkmenistan (Ashgabat) (AS)
Tuvalu (Funafuti) (AU – Oceania)

(U)
Uganda (Kampala) (AF)
Ukraine (Kiev) (EU)
United Arab Emirates (Abu Dhabi) (AS)
United Kingdom (London) (EU)
United States (Washington D.C.) (NA)
Uruguay (Montevideo) (SA)
Uzbekistan (Tashkent) (AS)

(V)
Vanuatu (Port-Vila) (AU – Oceania)
Vatican City (na) (EU)
Venezuela (Caracas) (SA)
Vietnam (Hanoi) (AS)

(Y)
Yemen (Sana) (AS)

(Z)
Zambia (Lusaka) (AF)
Zimbabwe (Harare) (AF)

Espalhe essa ideia

Que tal fazer algo diferente, este ano, no Natal?

Que tal ir a uma agência dos Correios e pegar uma das 17 milhões de cartinhas de crianças pobres e ser o Papai ou Mamãe Noel delas?
Há a informação de que tem pedidos inacreditáveis. Tem criança pedindo um panetone, uma blusa de frio para a avó, um brinquedo, cesta báscia... etc
É só pegar a carta e entregar o presente numa agência do correio até dia 20 de Dezembro.
O próprio correio se encarrega de fazer a entrega.
Imagina a criança, recebendo o presente que pediu ao Papai Noel.

A mudança começa dentro de nós.

http://www.correios.com.br/papainoelcorreios2010/

DIVULGUE P/ SEUS AMIGOS

Como criar uma secretária de Missões?

Uma Secretaria Local de Missões bem estruturada e que consiga desempenhar bem as atribuições a ela conferida é essencial para que a Igreja Local esteja bem informada e envolvida na obra missionária.

Em se tratando de missões, é bem verdade que quem precisa estimular e desenvolver esta visão na igreja é o pastor, que é a autoridade mais expressiva na Igreja Local. Se este principio não partir dele, ou se ele não lhe der pelo menos apoio ou concordância, fique orando por ele e esperando que ele seja despertado pelo Espírito Santo. Qualquer iniciativa sem a autorização e apoio do líder, estará totalmente fora da vontade de Deus (leia Romanos 13.1-2). Se seu líder não tem a visão missionária, ore, contribua financeiramente com algum projeto ou agência missionária, se informe sobre o assunto e espere. Se há alguém que será cobrado por Deus por uma igreja não se envolver com a obra missionária, será sempre seu líder, pois foi ele quem recebeu a autoridade delegada de Deus, e por isso, deve ter comunhão suficiente com Deus para conhecer a sua vontade e obedecê-la e fazer seus liderados também obedecerem. Agora, se o seu pastor tem a visão missionária, não perca tempo, se coloque ao lado dele e se ofereça para ajudá-lo a organizar uma Secretaria Local de Missões. Mesmo que o pastor tenha esta visão, se não tiver uma equipe que o assessore e apóie neste assunto, tão complexo e urgente, será muito difícil para ele sozinho, conseguir resultados concretos e duradouros.

Em missões, não pode haver cacique ou super crente que queira fazer tudo sozinho ou estrelas que queiram brilhar mais do que as outras. Não espere ganhar fama ou notoriedade por se envolver com missões. Se este é o seu objetivo, desista. Se o que comove o seu coração é algo mais do que o desejo de estar envolvido num assunto que está na moda; se for um profundo amor, e mais ainda - uma enorme paixão pelas almas que perecem, não perca tempo! Reúna uma equipe com os mesmos sentimentos e mãos à obra.

Já esta secretaria ou departamento de missões, poderá ser basicamente composto por um secretário local, que terá a função de coordenar e orientar todas as atividades relativas a missões e evangelismo local, um secretário adjunto que cuidará principalmente da área organizacional de secretaria, tais como: organização de arquivos com informações missionárias, biblioteca missionária, cadastro de missionários e correspondências em geral, um tesoureiro que recolherá todas as contribuições, as organizará contabilmente e as repassará aos missionários ou agências. Outros membros ainda poderão compor a Secretaria de Missões, tais como: secretário correspondente, membros de representações e jograis, intercessão, colaboradores de Informativo Missionário e muitos outros.

Assim sendo, a Igreja Local que não tem uma Secretaria ou Departamento de Missões operante, precisa vencer este desafio e implantar este braço da Igreja Local, tão importante para o envolvimento e desenvolvimento missionário. Como bem disse o Pr. Anísio Nascimento, a Secretaria Local de Missões é responsável por juntamente com o Pastor Local, colocar constantemente os gravetinhos na fogueira de missões da Igreja Local, mantendo assim, sempre acesa a chama missionária.

Livro Igreja Local e Missões - Pr. Edson Queiroz

Projeto Amazonas

Uma grande parte da população vive em condições precárias de sobrevivência as margens dos rios; a economia é baseada na pesca e agricultura de subsistência. Muitos ainda não conhecem o Evangelho, mas Deus conta com homens que estão fazendo a diferença neste estado.


Os obreiros:

Atuam pastoreando igrejas e evangelizando e levando apoio social as comunidades ribeirinhas.

Ore por:

  • Adoção de mais obreiros;
  • Comunidades Ribeirinhas;
  • Evangelização dos povos indígenas;
  • Proteção e saúde dos obreiros.

Estatísticas Missionarias

Dos 24.000 povos no mundo, 8.000 ainda não foram alcançados com o Evangelho. • Dos 251 povos indígenas brasileiros, 118 ainda não têm missionários. • Das 7.158 línguas do mundo, a Bíblia ainda não foi traduzida para 4.000 delas.

Ainda existem países que não possuem nenhum crente nacional conhecido. Entre eles estão Arábia Saudita, Saara Ocidental, Ilhas Maldivas e Catar

Das 600.000 cidades e vilas na Índia, em 500.000 ainda não tem obreiros cristãos.

Na China ainda existem 500.000.000 de pessoas que nunca ouviram falar de Jesus.

Dentre as 250.000 igrejas existentes no Brasil menos de 400 delas possuem um missionário trabalhando com esses povos não alcançados (incluindo nossas tribos indígenas).

Acredita-se que morrem 85.000 diariamente no mundo sem nunca terem ouvido falar da salvação em Jesus.Menos de 1% dos recursos da Igreja brasileira são investidos na obra transcultural.

A média de investimento do crente brasileiro em missões é de apenas R$ 1,30 por ano.

Pra se ter uma ideia, se investe mais em chicletes e balas do que missoes.

Estas informações
são conhecidas da maioria dos líderes denominacionais brasileiros, mas é algo pouco divulgado entre os crentes. Sendo assim, o projeto visa levantar não apenas candidatos, mas também igrejas e pessoas que estejam dispostos a interceder por missões e investir naqueles que pretendem ir.


Fonte: Sepal

Missões Indigenas: elas precisam de você.

As estatísticas populacionais dos municípios brasileiros em 2008, com a estimativa de 189.612.814 brasileiros morando em nossa pátria. Destes mais de 180 milhões, 700 mil são indígenas, distribuídos em 345 etnias e representando 0,37% da população brasileira. Apenas 165 etnias têm presença evangélica, e mais da metade, 180 etnias, continua sem a existência de uma igreja, sem a presença de missionários, evangelistas ou crentes. Precisamos de 540 missionários ou mais, para completar a evangelização de todas as etnias no Brasil.

O desafio da Igreja hoje, portanto, encontra-se espalhado por matas, rochas, montanhas, desertos, ilhas e planícies remotas e grandes centros urbanos em países resistentes.

O cântico profético de Simeão continua clamando por uma oportunidade para os povos sem Cristo. Para que as nações sejam alcançadas pela salvação de Deus em Cristo, a igreja, sua testemunha fiel, tem sobre seus ombros a responsabilidade da grande comissão. Não temos o direito de reter para nós a mensagem que foi dada a todos os povos. Precisamos anunciar o evangelho aos confins da terra.


Fonte: Ethnos – Cultura dos Povos

Asas de Socorro

Oi povo, tudo blz? Depois de um tempinho sem postar nada por aqui, voltamos com a nossa sessão de Missões Evangélicas, como disse antes pessoas que tem se importado com a obra de Deus. Hoje vamos conhecer a Missão Asas de Socorro, que vocês sejam tocados por essas vidas. Deus os abrace!

55 anos dando Asas aos que dão suas Vidas

São 55 anos dando Asas aos que dão suas Vidas! Tudo isso nos faz vislumbrar as transformações que foram acontecendo ao longo do caminho. Nos faz perceber que vale a pena investir em pessoas, usando os recursos que Deus tem nos dado”.

Mas essa história começou lá atrás. Sabe quando? Em 1955! Foi quando James Lomheim e Harold Berk, pioneiros da Aviação Missionária no Brasil, chegaram, com suas famílias. Eles foram enviados pela MAF (Missionary Aviation Fellowship). Depois, em 1956, adquiriram um avião acidentado, o Piper PA-22. Ele foi recuperado lentamente, no quintal de suas casas. Enfim, ficou pronto em 1957. Era o 1º avião que seria utilizado no trabalho assistencial de Asas de Socorro. A primeira base de operação foi em Cuiabá (MT). Mal sabiam eles o quão importante era aquele momento. Quem sabe, não imaginaram que estavam dando os primeiros passos de tantos outros que viriam pela frente. Ali começaram a escrever a história tão vasta e nobre de Asas de Socorro. História essa, que você vai conhecer a cada Boletim e comprovar que o cuidado de Deus, nesta caminhada, em todo o tempo, foi supremo.

Alcançar é transpor barreiras, encurtar distâncias e usar da tecnologia sofisticada para encontrar-se com o ser humano carente e isolado, visando assistir e transformar a vida das comunidades que sofrem.

Na tarefa de Assistir o nosso compromisso é disponibilizar recursos humanos e materiais na assistência integral ao homem, sabendo que isto pode gerar transformações importantes e profundas.
Transformar é disponibilizar novas informações que permitem ao indivíduo refletir seu “modus vivendi”, mudando valores e hábitos, num processo contínuo de desenvolvimento.



www.asasdesocorro.org.br

Povos não-alcançados - II

II- POVOS SEM PÁTRIAS

1. Os curdos. São os descendentes de Elão, filho de Sem, filho de Noé (Gn 10.22). Os elamitas estavam presentes no Dia de Pentecostes (At 2.9). Atualmente a maioria está concentrada no Iraque e na Turquia. Lutam para reconstruir sua pátria; o que eles estão vivendo é o cumprimento da Palavra de Deus (Jr 49.34-39). A palavra profética contempla, no v. 34, um final glorioso para esse povo. Sua evangelização tem sido um desafio para as igrejas, pois eles são muçulmanos.


2. Os povos bérberes rifenhos. São provenientes da região de Cirene, norte da África, terra de Simão, cireneu, mencionado nos evangelhos sinóticos (Mt 27.32; Mc 15.21; Lc 23.26); e de Lúcio (At 13.1). Estavam também presentes no Dia de Pentecostes (At 2.10). A maioria deles habita no norte da África, nas montanhas do Rife, região que vai do Marrocos até à Tunísia. De maioria muçulmana, sua maior concentração na Europa está em Amsterdã, Holanda. Falam o Tamazigh; o evangelho de João já foi traduzido nessa língua. Sua evangelização é um desafio para as igrejas devido a sua religião islâmica.

3. Os indígenas brasileiros. Quando Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil, em 1500, havia entre 5 a 6 milhões deles, divididos em cerca de 900 grupos étnicos. Foram dizimados impiedosamente pelos colonizadores. Hoje, 500 anos depois, eles estão reduzidos a 250 mil e a 221 grupos, sendo 41 desses grupos com mais de 1.000 membros e 56 com menos de 100 indígenas falando cerca de 185 línguas diferentes (dados de 1991). Sua evangelização constitui-se num desafio para todos nós, por causa das pressões dos sociólogos incrédulos, da imprensa e da grande variedade de línguas que dificulta prover literatura em sua língua.

Fonte: Semipa

Missão Caiuá

Heloo, povo.. tudo na paz? Então, vamos iniciar aqe no blog alguns posts de alguns projetos, missões, servos de Deus, qe realmente tem feito a diferença, qe tem se importado de fato. Para abrir, qro qe conheçam a Missão Caiuá, qe é um projeto da igreja Presbiteriana, com tribos indígenas , eenfim, agora é só conferirem abaixo para conhecerem mais. Setubas!


A Missão Evangélica Caiuá, agência missionária que atua entre os indígenas, foi criada em 28 de agosto de 1928, fruto do sonho de Albert Maxwell, pastor presbiteriano norte-americano que veio ao Brasil para investir na expansão do evangelho, após ter vendido todos os bens que possuía nos Estados Unidos.Ao se instalar em solo brasileiro, o rev. Maxwell dedicou atenção especial aos índios da região de Dourados (MS), da tribo Kaiwá. Deparou-se com a difícil situação daquele povo, composto, em sua maioria, por crianças e mulheres, que trabalhavam na colheita do mate. O rev. Maxwell concluiu que deveria cuidar, não só da dimensão espiritual do índio Kaiwá, como também de seu corpo e mente.Para tanto, o pastor contou com o apoio da Comissão Brasileira de Cooperação das Igrejas Evangélicas, que reuniu representantes da Igreja Presbiteriana do Brasil, da Igreja Presbiteriana Independente e da Igreja Metodista. Assim, em 1928, foi organizada a Associação Evangélica de Catequese dos Índios, com sede em São Paulo, mas que distribuiria os obreiros em regiões específicas do país. A primeira missão criada através da associação foi a Missão Evangélica Caiuá, contando com os seguintes missionários: rev. Albert Maxwell e sua esposa Mabel Maxwell, da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, o médico, dr. Nelson de Araújo, da Igreja Metodista, o agrônomo, Sr. João José da Silva, sua esposa Guilhermina Alves da Silva e o filho, de seis meses de idade, Erasmo, da Igreja Presbiteriana do Brasil. A missão contava também com o professor Esthon Marques, da Igreja Presbiteriana Independente.Ao longo desses anos, a Missão Caiuá perdeu alguns colaboradores, como o próprio rev. Maxwell, vítima de uma doença nos pulmões, mas ganhou adesão de muitos outros voluntários. Juntos, e sob a direção do rev. Orlando Andrade, criaram uma escola para alfabetização de adultos e educação primária, um ambulatório médico, um orfanato e, sobretudo, diversos pontos de pregação do evangelho. Em 1956 foi enviada à missão a dra Lorraine Briedgmanm e a família Taylor, da Missão Wicliff, para trabalhar na tradução da Bíblia Sagrada para a língua kaiwá. O novo testamento foi concluído em 1985, e a dra. Lorraine atua até hoje na tradução do velho testamento.

SAÚDE

Em 1963 foi inaugurado, em Dourados, o Hospital e Maternidade Indígena Porta da Esperança, com 38 leitos, hoje ampliado para 50 vagas. Atende, exclusiva e gratuitamente, a população indígena, os obreiros e funcionários da missão. Anos mais tarde, em 1978, foi inaugurado a Unidade de Tratamento de Tuberculose, com 50 leitos.

ENSINO


O rev. Orlando e sua esposa Lóide sonhavam em criar um instituto bíblico que pudesse preparar o índio para a pregação do evangelho. Em 1978, durante a comemoração dos 50 anos da Missão, foi lançada a pedra fundamental do edifício, onde mais tarde passou a funcionar o Instituto Bíblico Felipe Landes. Muitos indígenas dedicam seu tempo ao estudo da palavra e atuam também como missionários.


SITUAÇÃO ATUAL


A Missão Caiuá, com sede em Dourados, hoje dirigida pelo rev. Beijamim Bernades e sua esposa Margarida, atua nas aldeias da região (Caarapó, Amambai, Taqwapiry, Sassoró, Porto Lindo e Gwassuty, Jacaré, Limão Verde, Campestre, Kokwey, Panambi) e também junto aos índios Xavantes, no município de Nova Xavantina (MT). Cada uma delas possui uma igreja.

Desde o ano de 2001, a missão mantém convênio com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) para dar atendimento à população indígena de todo o Mato Grosso do Sul, combatendo a tuberculose, já controlada entre os Kaiwás, e a desnutrição infantil.

O grande alvo da missão é buscar novos campos e alcançar as demais tribos indígenas brasileiras que nunca ouviram falar do evangelho. Para tanto, conta com o trabalho de seus 84 missionários colaboradores (38 indígenas e 46 não indígenas).

Recentemente foi organizada a Igreja Indígena, com pastores e liderança própria.



Missão com 200 voluntários vai à Copa para evangelizar africanos e coreanos

“Conexão África”. Este é o nome da missão formada por 200 voluntários, de diferentes igrejas, que embarca nesta sexta-feira para Johanesburgo com o objetivo de “evangelizar” africanos, brasileiros e coreanos, entre outros que cruzarem pelo seu caminho. O grupo espera, também, um contato com os jogadores da seleção brasileira que abraçam a fé evangélica.O líder da missão, ex-jogador de handebol Marcos Grava, já está na África do Sul. “Ainda não estabelecemos uma meta, mas nosso objetivo é evangelizar o maior número de pessoas possível”, explica Nelson Cortes dos Santos, diácono da Igreja Batista de Guianases, em São Paulo. Segundo ele, há integrantes de diferentes igrejas evangélicas na missão – além da Batista, Renascer (a mesmo do jogador Kaká), Universal e Presbiteriana, entre outras.

A exibição de mensagens religiosas está proibida pela Fifa em suas áreas, inclusive dentro dos campos. A medida foi tomada depois da Copa das Confederações, em 2009, em resposta à comemoração de alguns jogadores da seleção brasileira, que exibiram camisas com este teor ao final da última partida.

Nelson Cortes dos Santos organizava, na tarde desta sexta-feira, no aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos, o grupo de 200 voluntários que embarcaria para Johanesburgo, com escala em Madri. Há 14 pastores no grupo e tradutores especializados em inglês, francês, espanhol e, até, coreano. A missão espera abordar torcedores da seleção que enfrentará o Brasil em seu primeiro jogo na Copa.

Ao chegar em Johanesburgo, o grupo passará por cinco dias de treinamento, a respeito de segurança e cultura local. Estão previstas atividades de rua com idosos, crianças e eventos artísticos.

A viagem é fruto da ação de três grupos evangélicos, a Coalizão Brasileira dos Ministérios Esportivos, a Junta de Missões Mundiais e a Faculdade Batista de Teologia. Os voluntários que embarcam nesta sexta-feira vestiam agasalhos esportivos com as cores da seleção brasileira, em verde e amarelo.


Fonte: UOL

SOS Aldeia Marari

Asas de Socorro e Missão Novas Tribos do Brasil
lançam campanha em prol do povo Yanomami



Crianças chorando. Adultos magros, pálidos, vêem, com os olhos fundos, o quadro desanimador. A fome chegou à Aldeia Marari, AM. O povo yanomami enfrenta uma seca intensa, sem precedentes, que já dura 6 meses. Em meio ao caos, a Igreja Indígena da Aldeia está clamando ao Deus poderoso por um milagre. Acostumados com a fartura das bananeiras, da caça e da pesca, cerca de 1000 yanomamis daquela região têm resistido bravamente a grande estiagem. Mas, aos poucos, os frutos ficaram escassos, e os animais foram sumindo. Agora, mesmo acordando cedo e percorrendo longas distâncias, voltam para a casa, ao entardecer, sem comida, sem forças, sem esperança.
Por isso, temos pressa. Asas de Socorro em parceria com a Missão Novas Tribos do Brasil já deram o primeiro passo. O dia 25 de abril de 2010 ficará na memória do povo daquela Aldeia. “A vida voltou a Marari”, relataram os missionários Ana e Ivan Nogueira. A equipe da MNTB que atua no local contou que a emoção estava estampada em cada rosto Yanomami. O motivo? A farinha azeda diferenciada, o principal “tehi” – o que acompanha a comida – chegou, no primeiro vôo de Asas de Socorro. A farinha para eles é como o arroz para nós. Por isso, naquele dia tudo mudou. Foi uma festa. Muitos pareciam não acreditar! As crianças correram de um lado para o outro e brincaram como antes.
Mas esse foi só o primeiro. Outros vôos carregados de esperança ainda chegarão ali com a SUA ajuda. Faça parte deste milagre! Seja a resposta de oração dos irmãos da Igreja Indígena da Aldeia Marari.

Contribua!
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Asas de Socorro CNPJ – 01.052.752/0001-69
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Porque ainda há um povo que precisa ser salvo!

Sempre que falamos em missão, pensamos logo em ir para o exterior, mais e o nosso Brasil, o evangelho já tem chegado aos quatro cantos do nosso País? Veja estes dados do censo do IBGE do ano de 2000. É grande mais vale apena ser lido, é surpreendente.
Os dados do Censo de 2000 listou 5560 muncípios, mostrando que existem 71 cidades com menos de 1% de evangélicos. A Região Nordeste do Brasil está muito atrás do restante do Brasil em termos de presença evangélica.
A média de presença evangélica dentre a população em todas as regiões do país é de 15,41%. No Nordeste, essa média cai para 10,26%.
Enquanto que 12 estados brasileiros apresentam taxas acima de 20%, o Nordeste não há nenhum estado com mais de 15% de evangélicos em sua população.
E pior. Em 6 estados nordestinos a população de Evangélicos está abaixo de 10%: Alagoas, Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Desses seis estados, Paraíba é o que possui a maior concentração de cidades com menos de 5% de evangélicos.
Alagoas fica com o lamentável índice de estado com a maior concentração de cidades com menos de 1% de evangélicos.
Já o estado do Piauí é o que possui a população com o mais baixo percentual de evangélicos do país. A capital baiana – Salvador – cidade nacionalmente conhecida pelo grande número de adeptos da Umbanda e do Candomblé, só aparece na 172ª posição da lista.
Em 11 cidades brasileiras, o índice de evangélicos é "zero", ou seja, o censo do IBGE não contabilizou nenhum único evangélico.O Rio Grande do Sul é o estado onde se concentra o maior número de cidades com índice "zero" de evangélicos – 9 cidades ao todo.
As 11 cidades sem nenhuma presença evangélica são: Queluzito (MG), Carrapateira (Pb), Boa Vista do Sul (R.G. do Sul), Nova Alvorada (R. G. do Sul), Nova Roma do Sul (R.G. do Sul), Protásio Alves (R. G. do Sul), Relvado (R. G. do Sul), Santo Antônio do Palma (R. G. do Sul), São Jorge (R. G. do Sul), União da Serra (R. G. do Sul), Vespasiano Correa (R. G. do Sul).
Essas cidades merecem a atenção da Igreja brasileira.
A Região Sul também possui a menor taxa de crescimento anual de evangélicos em todo o país.
Entre as 20 cidades brasileiras com maiores índices de seguidores da Umbanda e Candomblé, 16 estão no Rio Grande do Sul e 4 delas aparecem no topo da lista: Rio Grande, Dezesseis de Novembro, Viamão e Bagé.
Nova Ibiá, na Bahia, com 7.166 moradores destaca-se como a cidade com o maior percentual de habitantes "sem religião". Em todo o Brasil 12,5 milhões de pessoas declararam-se sem religião. Esse índice é tão alto que só não ultrapassa o número de católicos e evangélicos. Se somarmos os números de seguidores de todas as religiões – não incluindo católicos e nem evangélicos – o valor dos que se declararam "sem religião" chega a ser mais do que o dobro do número de adeptos de todas as religiões somadas.



Dados do IBGE 2000

A tradução da bíblia para línguas índigenas

Dados do relatório Etnias Indígenas Brasileiras 2010, do Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (DAI/AMTB), revelam a existência de 181 línguas indígenas no Brasil. Em 54 delas há programas de análise linguística e letramento em andamento, sob iniciativa evangélica. Em 31, há também programas de tradução bíblica em andamento. Segundo o estudo, atualmente, em três línguas há a Bíblia completa (que serve a sete etnias); em 32 há o Novo Testamento completo (que serve a 36 etnias) e em 23 há porções bíblicas. A pesquisa, coordenada pelo antropólogo e pastor Ronaldo Lidório, faz outro tipo de constatação do universo indígena, agora demográfica. Diz que é muito grande o crescimento da população geral dos povos indígenas no Brasil, assim como é notório o aumento do número de “autodeclarados” índios nas cidades.
O estudo da AMTB calcula uma população de 616 mil indígenas em 2010 (eram 294 mil indivíduos em 1991), 48% do total hoje habitando em regiões urbanizadas ou em urbanização. A partir das leituras de movimentos demográficos, porém, dizem os especialistas, em 5 anos haverá igualdade entre aqueles que habitam as aldeias e os que habitam as pequenas e grandes cidades. Hoje, cerca de 60% da população indígena brasileira habita a Amazônia Legal, composta pelos estados do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e parte do Maranhão.
A explicação para o aumento do número de indivíduos que se autodeclaram indígenas, principalmente nas áreas urbanas ou em urbanização do Nordeste e Sudeste, são: reavivamento cultural, movimentação política ou busca pelos incentivos governamentais.
Outros dados relevantes apresentados no relatório são:
- Sobre a linguística, menciona-se também que cerca de 132 etnias indígenas falam o Português, e, destas, 66 falam somente o Português e 66 são bilíngues ou trilíngues com o Português.
- Há uma marcante presença de etnias minoritárias no quadro geral. 35 etnias são formadas por até 100 pessoas; 85 entre 101 e 500 pessoas; 31 entre 501 e 1.000 pessoas; 56 entre 1.001 e 5.000 pessoas; 10 entre 5.001 e 10.000 pessoas; 7 entre 10.001 e 20.000; e 4 formadas por população acima de 20.000 pessoas. 76 etnias não possuem situação populacional determinada e 36 partilham sua população com países limítrofes.
- Segundo a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) há 611 Terras Indígenas (TIs) reconhecidas ou em fase de reconhecimento que correspondem a 13% das terras do país, sendo 21% da Amazônia legal.

Fonte: Agência Soma

Você Sabia?


Que a população mundial é de 6,3 bilhões de habitantes?
Que existem 10.000 seitas no mundo?
Que existem mais de 2.000 religiões?
Que existem 6.000 mil seitas na África e 1.200 nos Estados Unidos?
Que a maior religião do mundo é o cristianismo, com mais de 2,1 bilhões de adeptos?
Mas que, mesmo assim, a religião que mais cresce no mundo não é o cristianismo, mas o islamismo?
Que existe cerca de 1 bilhão de islâmicos em todo o mundo?
Que mais de 80% dos muçulmanos nunca ouviram o evangelho?
Que destes 6 bilhões de habitantes do planeta, um terço não é cristão?
Que no mundo, hoje, há aproximadamente 15 milhões de Testemunhas de Jeová?
Que há aproximadamente 10 milhões de mórmons espalhados pelo mundo?
Que há 200 milhões de espíritas?
Que de cada 100 pessoas 19 são muçulmanas, 18 não têm religião ou são atéias, 17 são católicas, 17 são cristãs não-católicas (ortodoxos, anglicanos, protestantes), 14 são hinduístas e 6 são budistas?
Que um em cada três cristãos sofre perseguição, um em cada dez indivíduos no mundo é um cristão perseguido?
Que em 1900 havia 525 milhões de cristãos?
Que este número aumentou no ano 2000 para 2 bilhões?
Que um pouco mais de 24% de todos os cristãos atualmente são pentecostais ou neopentecostais?
Que os pentecostais e neopentecostais cresceram mais de 100 vezes, dos 3,7 milhões em 1900 para mais de 500 milhões em 2000?
Que a maior igreja evangélica do mundo está na Coréia do Sul com, aproximadamente, 90 milhões de membros?
Que a religião cristã que mais perde adeptos é o catolicismo?
E você o que tem feito por essas almas?

Religiões no Brasil

Principais religiões e crenças no Brasil e seus seguidores: (Fonte: IBGE - censo Demográfico de 2000.)
Religião ou Crença Nº de seguidores no Brasil


Igreja Católica Apostólica Romana 124.980.132
Igreja Católica Ortodoxa 38.060
Igreja Batista 3.162.691
Igreja Luterana 1.062.145
Igreja Presbiteriana 981.064
Igreja Metodista 340.963
Assembléia de Deus 8.418.140
Congregação Cristã do Brasil 2.489.113
Igreja Universal do Reino de Deus 2.101.887
Igreja do Evangelho Quadrangular 1.318.805
Igreja Deus é Amor 774.830
Outros Penteconstais / Neopentecostais 2.514.532
Igreja Adventista do Sétimo Dia 1.209.842
Testemunhas de Jeová 1.104.886
Mórmons 199.645
Espiritismo 2.262.401
Umbanda 397.431
Budismo 214.873
Candomblé 127.582
Igreja Messiânica 109.310
Judaísmo 86.825
Tradições esotéricas 58.445
Islamismo 27.239
Crenças Indígenas 17.088
Orientais (bahaísmo, hare krishna, hinduísmo, taoísmo, xintoísmo, seicho-no-iê) 52.507
Outras religiões 41.373
Sem declaração / não determinadas 741.601
Sem religião 12.492.403

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