Mostrando postagens com marcador Missões Índigenas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Missões Índigenas. Mostrar todas as postagens

Tribo Kimyal festejando com a chegada da bíblia

Incrível, impactante... me emocionei muito, estou sem palavras!




Tribo Kimyal festejando com a chegada da biblia traduzida na língua deles. Tradução feita pela missionária Rosa Kidd atravez de um plano de Deus colocado em seu coração. Através de muitas dúvidas sobre o plano de Deus e 15 anos de trabalho aprendendo a língua, a tradução se completou em março de 2010.
Kimyal se encontra em Korupun, no oeste de Papua, a tribo tem mais ou menos 4 mil habitantes onde 98%(3.920 pessoas) falam apenas a língua nativa de Kimyal.
Enquanto muitos paises rejeitam a palavra de Deus, nao creem, fazem piadas, e ridicularizam as histórias da biblia em TV aberta, Deus leva a Sua palavra para aqueles que humildemente a recebem.

Assim como Jesus disse:
Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em mim; porque de mim escreveu ele.
Mas, se não credes nos seus escritos, como crereis nas minhas palavras?
João 5: 46,47

Revista critica ação de missionários que trabalham com tribos indígenas

Em uma reportagem publicada na revista Rolling Stone de dezembro de 2011 o jornalista Felipe Milanez narra sua visita ao VI Congresso Brasileiro de Missões que aconteceu em outubro em Caldas Novas, um evento que tem como objetivo divulgar missões de diversos grupos religiosos.

Em tom crítico a matéria recebeu o nome de “O Mercado de Almas Selvagens” e fala sobre os trabalhos da Missão Novas Tribos do Brasil que pretende levar o Evangelho para tribos indígenas que vivem isoladas. Para o jornalista que é ateu, esse trabalho também organizado pela Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AM,TB), trata os índios como almas perdidas que precisam ser salvas.

“O principal objetivo dessas agências evangelizadoras é ‘alcançar’ outras culturas com a leitura de sua forma de crença, daí o aspecto ‘trans’ do tema ‘cultural’ das religiões”, escreve Milanez que explica o objetivo desses missionários: “o objetivo é convencer os índios, assim como todas as pessoas do mundo, a se tornarem crentes – salvar as almas condenadas pelo pecado original”.

Mas essa não é apenas a opinião do jornalista, a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) também não entende os trabalhos evangelísticos e em 1991 chegou a expulsar todas as missões que estavam nas áreas indígenas, rompendo os contratos que tinha com esses missionários que além do evangelismo também prestavam assistência social e educacional.

Em 2008 mais uma vez a FUNAI interferiu nos trabalhos missionários, dessa vez expulsando os missionários do JOCUM (Jovem Com Uma Missão) que condenavam a prática da tribo suruwahá de praticarem o infanticídio.

presidente da FUNAI, Márcio Meira, acredita que os missionários invadem a área dos índios por questões ideológicas. “A motivação deles é ideológica: eles querem expandir a ideologia religiosa deles para todos os seres humanos do planeta”, diz ele que acredita que como o Estado é laico é necessário impedir essa aproximação entre os evangélicos e os índios isolados.

Estratégia revelada

O jornalista também revela a nova estratégia usada pelos grupos missionários para terem acessos aos povos indígenas que estão isolados: enviar pastores índios. “O Estado não pode impedir um índio de encontrar um outro índio”, explica Edward Luz, o presidente da Novas Tribos do Brasil. De acordo com o jornalista as agências de missões estão tentando encontrar missionários indígenas para fazerem esse trabalho.

“Metade dos povos indígenas não são aldeados. Um grande número frequenta as universidades. E a maioria fala: vou voltar para o meu povo e vou levar o evangelho pra eles. E contra essa força não há resistência”, revela Luz, dizendo que muitos índios que conhecem o Evangelho desejam transmiti-lo aos seus.“Nós temos o direito de pregar o evangelho para todo mundo. E toda pessoa tem o direito a aderir ou não. Vamos levar essa discussão às raias do Supremo”, relata o evangelista.

Fonte: Notícias gospel

Perseguições e aflições tais quais me aconteceram em Antioquia, em Icônio, e em Listra; quantas perseguições sofri, e o Senhor de todas me livrou; II Tm 3.11

Glória a Deus! Que o Senhor os livre também!

Deus te abrace!


Desde a sua fundação, Jovens Com Uma Missão teve três ênfases enquanto uma organização internacional: A liberação do povo indígena, dos jovens e de mulheres.
Muitas atividades tem sido realizadas entre povos indígenas em nosso continente, e agora começamos a sonhar com novos desafios. Escolas de Treinamento Missionario entre grupos indígenas. A iniciativa é encabeçada pelos Missionários da JOCUM em Porto Velho.

Os Quichua são 17 milhões de índios, sem oportunidade de serem missionários… Os Aymara são 2 milhões!! No Brasil muitos grupos tiveram acesso ao evangelho mas não foram mobilizados para missões…
Esta iniciativa tem como objetivo mobilizar os indígenas da Ameríndia para a obra missionária. Se você é missionário e tem trabalhado com ETEDs, mas procura um novo desafio, ou acha que sua experiência pode contribuir com esta visão, venha trabalhar conosco! Se ainda nâo é missionario, mas tem desejo de envolver-se em Missões entre povos Indígenas, esta á a sua oportunidade.
Existe a possibilidade de oferecer um treinamento de uma semana para os interessados em ajudar como obreiros, no final de Julho. Se você se identificou com esta visão, escreva pra nós ! Não há necessidade de comprometimento a longo prazo, apenas o período da ETED seja o teórico ou prático. Com certeza será uma experiência enriquecedora para futuros ministérios!
Estamos começando duas este ano nos Andes:
- Em Agosto na língua Aymara para os índios do Altiplano Boliviano. Será na cidade de Huarina, na beira do lago Titicaca… Precisamos de obreiros!!
- Em Setembro no Altiplano do Equador, perto de Quito no dialeto Quichua falado mais amplamente na região. Esta será uma escola trilíngue – Inglês, Espanhol, Quichua. Também precisamos de obeiros!!!

Fonte: Jocum Brasil

Missões Indigenas: elas precisam de você.

As estatísticas populacionais dos municípios brasileiros em 2008, com a estimativa de 189.612.814 brasileiros morando em nossa pátria. Destes mais de 180 milhões, 700 mil são indígenas, distribuídos em 345 etnias e representando 0,37% da população brasileira. Apenas 165 etnias têm presença evangélica, e mais da metade, 180 etnias, continua sem a existência de uma igreja, sem a presença de missionários, evangelistas ou crentes. Precisamos de 540 missionários ou mais, para completar a evangelização de todas as etnias no Brasil.

O desafio da Igreja hoje, portanto, encontra-se espalhado por matas, rochas, montanhas, desertos, ilhas e planícies remotas e grandes centros urbanos em países resistentes.

O cântico profético de Simeão continua clamando por uma oportunidade para os povos sem Cristo. Para que as nações sejam alcançadas pela salvação de Deus em Cristo, a igreja, sua testemunha fiel, tem sobre seus ombros a responsabilidade da grande comissão. Não temos o direito de reter para nós a mensagem que foi dada a todos os povos. Precisamos anunciar o evangelho aos confins da terra.


Fonte: Ethnos – Cultura dos Povos

Missão Caiuá

Heloo, povo.. tudo na paz? Então, vamos iniciar aqe no blog alguns posts de alguns projetos, missões, servos de Deus, qe realmente tem feito a diferença, qe tem se importado de fato. Para abrir, qro qe conheçam a Missão Caiuá, qe é um projeto da igreja Presbiteriana, com tribos indígenas , eenfim, agora é só conferirem abaixo para conhecerem mais. Setubas!


A Missão Evangélica Caiuá, agência missionária que atua entre os indígenas, foi criada em 28 de agosto de 1928, fruto do sonho de Albert Maxwell, pastor presbiteriano norte-americano que veio ao Brasil para investir na expansão do evangelho, após ter vendido todos os bens que possuía nos Estados Unidos.Ao se instalar em solo brasileiro, o rev. Maxwell dedicou atenção especial aos índios da região de Dourados (MS), da tribo Kaiwá. Deparou-se com a difícil situação daquele povo, composto, em sua maioria, por crianças e mulheres, que trabalhavam na colheita do mate. O rev. Maxwell concluiu que deveria cuidar, não só da dimensão espiritual do índio Kaiwá, como também de seu corpo e mente.Para tanto, o pastor contou com o apoio da Comissão Brasileira de Cooperação das Igrejas Evangélicas, que reuniu representantes da Igreja Presbiteriana do Brasil, da Igreja Presbiteriana Independente e da Igreja Metodista. Assim, em 1928, foi organizada a Associação Evangélica de Catequese dos Índios, com sede em São Paulo, mas que distribuiria os obreiros em regiões específicas do país. A primeira missão criada através da associação foi a Missão Evangélica Caiuá, contando com os seguintes missionários: rev. Albert Maxwell e sua esposa Mabel Maxwell, da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, o médico, dr. Nelson de Araújo, da Igreja Metodista, o agrônomo, Sr. João José da Silva, sua esposa Guilhermina Alves da Silva e o filho, de seis meses de idade, Erasmo, da Igreja Presbiteriana do Brasil. A missão contava também com o professor Esthon Marques, da Igreja Presbiteriana Independente.Ao longo desses anos, a Missão Caiuá perdeu alguns colaboradores, como o próprio rev. Maxwell, vítima de uma doença nos pulmões, mas ganhou adesão de muitos outros voluntários. Juntos, e sob a direção do rev. Orlando Andrade, criaram uma escola para alfabetização de adultos e educação primária, um ambulatório médico, um orfanato e, sobretudo, diversos pontos de pregação do evangelho. Em 1956 foi enviada à missão a dra Lorraine Briedgmanm e a família Taylor, da Missão Wicliff, para trabalhar na tradução da Bíblia Sagrada para a língua kaiwá. O novo testamento foi concluído em 1985, e a dra. Lorraine atua até hoje na tradução do velho testamento.

SAÚDE

Em 1963 foi inaugurado, em Dourados, o Hospital e Maternidade Indígena Porta da Esperança, com 38 leitos, hoje ampliado para 50 vagas. Atende, exclusiva e gratuitamente, a população indígena, os obreiros e funcionários da missão. Anos mais tarde, em 1978, foi inaugurado a Unidade de Tratamento de Tuberculose, com 50 leitos.

ENSINO


O rev. Orlando e sua esposa Lóide sonhavam em criar um instituto bíblico que pudesse preparar o índio para a pregação do evangelho. Em 1978, durante a comemoração dos 50 anos da Missão, foi lançada a pedra fundamental do edifício, onde mais tarde passou a funcionar o Instituto Bíblico Felipe Landes. Muitos indígenas dedicam seu tempo ao estudo da palavra e atuam também como missionários.


SITUAÇÃO ATUAL


A Missão Caiuá, com sede em Dourados, hoje dirigida pelo rev. Beijamim Bernades e sua esposa Margarida, atua nas aldeias da região (Caarapó, Amambai, Taqwapiry, Sassoró, Porto Lindo e Gwassuty, Jacaré, Limão Verde, Campestre, Kokwey, Panambi) e também junto aos índios Xavantes, no município de Nova Xavantina (MT). Cada uma delas possui uma igreja.

Desde o ano de 2001, a missão mantém convênio com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) para dar atendimento à população indígena de todo o Mato Grosso do Sul, combatendo a tuberculose, já controlada entre os Kaiwás, e a desnutrição infantil.

O grande alvo da missão é buscar novos campos e alcançar as demais tribos indígenas brasileiras que nunca ouviram falar do evangelho. Para tanto, conta com o trabalho de seus 84 missionários colaboradores (38 indígenas e 46 não indígenas).

Recentemente foi organizada a Igreja Indígena, com pastores e liderança própria.



A tradução da bíblia para línguas índigenas

Dados do relatório Etnias Indígenas Brasileiras 2010, do Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (DAI/AMTB), revelam a existência de 181 línguas indígenas no Brasil. Em 54 delas há programas de análise linguística e letramento em andamento, sob iniciativa evangélica. Em 31, há também programas de tradução bíblica em andamento. Segundo o estudo, atualmente, em três línguas há a Bíblia completa (que serve a sete etnias); em 32 há o Novo Testamento completo (que serve a 36 etnias) e em 23 há porções bíblicas. A pesquisa, coordenada pelo antropólogo e pastor Ronaldo Lidório, faz outro tipo de constatação do universo indígena, agora demográfica. Diz que é muito grande o crescimento da população geral dos povos indígenas no Brasil, assim como é notório o aumento do número de “autodeclarados” índios nas cidades.
O estudo da AMTB calcula uma população de 616 mil indígenas em 2010 (eram 294 mil indivíduos em 1991), 48% do total hoje habitando em regiões urbanizadas ou em urbanização. A partir das leituras de movimentos demográficos, porém, dizem os especialistas, em 5 anos haverá igualdade entre aqueles que habitam as aldeias e os que habitam as pequenas e grandes cidades. Hoje, cerca de 60% da população indígena brasileira habita a Amazônia Legal, composta pelos estados do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e parte do Maranhão.
A explicação para o aumento do número de indivíduos que se autodeclaram indígenas, principalmente nas áreas urbanas ou em urbanização do Nordeste e Sudeste, são: reavivamento cultural, movimentação política ou busca pelos incentivos governamentais.
Outros dados relevantes apresentados no relatório são:
- Sobre a linguística, menciona-se também que cerca de 132 etnias indígenas falam o Português, e, destas, 66 falam somente o Português e 66 são bilíngues ou trilíngues com o Português.
- Há uma marcante presença de etnias minoritárias no quadro geral. 35 etnias são formadas por até 100 pessoas; 85 entre 101 e 500 pessoas; 31 entre 501 e 1.000 pessoas; 56 entre 1.001 e 5.000 pessoas; 10 entre 5.001 e 10.000 pessoas; 7 entre 10.001 e 20.000; e 4 formadas por população acima de 20.000 pessoas. 76 etnias não possuem situação populacional determinada e 36 partilham sua população com países limítrofes.
- Segundo a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) há 611 Terras Indígenas (TIs) reconhecidas ou em fase de reconhecimento que correspondem a 13% das terras do país, sendo 21% da Amazônia legal.

Fonte: Agência Soma

Parceiros