Send me to the nations



Olá povo, a paz do Senhor!
Estou aqui hoje pra fazer um convite pra vocês... desde o dia 13 desse mês um querido amigo, criador do blog Send Me to the Nations, vem fazendo um trabalho de evangelismo, com louvor, oração e o compartilhar da palavra do Senhor. A TV on line, aqui no Brasil, vai ao ar todos os dias a partir das 4AM. Então, você é o nosso convidado especial para ouvir e receber mais da parte daquele que nos chamou. Se organize melhor e venha desfrutar desse tempo.

Deus te abrace!




Jeeh

Revista critica ação de missionários que trabalham com tribos indígenas

Em uma reportagem publicada na revista Rolling Stone de dezembro de 2011 o jornalista Felipe Milanez narra sua visita ao VI Congresso Brasileiro de Missões que aconteceu em outubro em Caldas Novas, um evento que tem como objetivo divulgar missões de diversos grupos religiosos.

Em tom crítico a matéria recebeu o nome de “O Mercado de Almas Selvagens” e fala sobre os trabalhos da Missão Novas Tribos do Brasil que pretende levar o Evangelho para tribos indígenas que vivem isoladas. Para o jornalista que é ateu, esse trabalho também organizado pela Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AM,TB), trata os índios como almas perdidas que precisam ser salvas.

“O principal objetivo dessas agências evangelizadoras é ‘alcançar’ outras culturas com a leitura de sua forma de crença, daí o aspecto ‘trans’ do tema ‘cultural’ das religiões”, escreve Milanez que explica o objetivo desses missionários: “o objetivo é convencer os índios, assim como todas as pessoas do mundo, a se tornarem crentes – salvar as almas condenadas pelo pecado original”.

Mas essa não é apenas a opinião do jornalista, a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) também não entende os trabalhos evangelísticos e em 1991 chegou a expulsar todas as missões que estavam nas áreas indígenas, rompendo os contratos que tinha com esses missionários que além do evangelismo também prestavam assistência social e educacional.

Em 2008 mais uma vez a FUNAI interferiu nos trabalhos missionários, dessa vez expulsando os missionários do JOCUM (Jovem Com Uma Missão) que condenavam a prática da tribo suruwahá de praticarem o infanticídio.

presidente da FUNAI, Márcio Meira, acredita que os missionários invadem a área dos índios por questões ideológicas. “A motivação deles é ideológica: eles querem expandir a ideologia religiosa deles para todos os seres humanos do planeta”, diz ele que acredita que como o Estado é laico é necessário impedir essa aproximação entre os evangélicos e os índios isolados.

Estratégia revelada

O jornalista também revela a nova estratégia usada pelos grupos missionários para terem acessos aos povos indígenas que estão isolados: enviar pastores índios. “O Estado não pode impedir um índio de encontrar um outro índio”, explica Edward Luz, o presidente da Novas Tribos do Brasil. De acordo com o jornalista as agências de missões estão tentando encontrar missionários indígenas para fazerem esse trabalho.

“Metade dos povos indígenas não são aldeados. Um grande número frequenta as universidades. E a maioria fala: vou voltar para o meu povo e vou levar o evangelho pra eles. E contra essa força não há resistência”, revela Luz, dizendo que muitos índios que conhecem o Evangelho desejam transmiti-lo aos seus.“Nós temos o direito de pregar o evangelho para todo mundo. E toda pessoa tem o direito a aderir ou não. Vamos levar essa discussão às raias do Supremo”, relata o evangelista.

Fonte: Notícias gospel

Perseguições e aflições tais quais me aconteceram em Antioquia, em Icônio, e em Listra; quantas perseguições sofri, e o Senhor de todas me livrou; II Tm 3.11

Glória a Deus! Que o Senhor os livre também!

Deus te abrace!


Desde a sua fundação, Jovens Com Uma Missão teve três ênfases enquanto uma organização internacional: A liberação do povo indígena, dos jovens e de mulheres.
Muitas atividades tem sido realizadas entre povos indígenas em nosso continente, e agora começamos a sonhar com novos desafios. Escolas de Treinamento Missionario entre grupos indígenas. A iniciativa é encabeçada pelos Missionários da JOCUM em Porto Velho.

Os Quichua são 17 milhões de índios, sem oportunidade de serem missionários… Os Aymara são 2 milhões!! No Brasil muitos grupos tiveram acesso ao evangelho mas não foram mobilizados para missões…
Esta iniciativa tem como objetivo mobilizar os indígenas da Ameríndia para a obra missionária. Se você é missionário e tem trabalhado com ETEDs, mas procura um novo desafio, ou acha que sua experiência pode contribuir com esta visão, venha trabalhar conosco! Se ainda nâo é missionario, mas tem desejo de envolver-se em Missões entre povos Indígenas, esta á a sua oportunidade.
Existe a possibilidade de oferecer um treinamento de uma semana para os interessados em ajudar como obreiros, no final de Julho. Se você se identificou com esta visão, escreva pra nós ! Não há necessidade de comprometimento a longo prazo, apenas o período da ETED seja o teórico ou prático. Com certeza será uma experiência enriquecedora para futuros ministérios!
Estamos começando duas este ano nos Andes:
- Em Agosto na língua Aymara para os índios do Altiplano Boliviano. Será na cidade de Huarina, na beira do lago Titicaca… Precisamos de obreiros!!
- Em Setembro no Altiplano do Equador, perto de Quito no dialeto Quichua falado mais amplamente na região. Esta será uma escola trilíngue – Inglês, Espanhol, Quichua. Também precisamos de obeiros!!!

Fonte: Jocum Brasil

Povos não alcançados no Brasil

Cerca de 251 etnias distintas, mais de 180 línguas diferentes. Dentre estas, apenas 26 possuem o Novo Testamento completo traduzido em seus idiomas. Em 1573 Frei Ernesto Fonseca analisa os habitantes do novo país conquistado pela força portuguesa, afirmou que: “... além de contrários ao trabalho e disciplina de qualquer tipo, seguem práticas tão pagãs e alheias a Deus que torna-se improvável que tenham uma mente evoluída que possa compreender a salvação, ou serem dignos dela”

Creio que seja correto pensarmos que a visão da grande massa de brasileiros não tenha mudado muito ao longo destes últimos 500 anos e que as primeiras e errôneas impressões sobre os indígenas influenciaram a nossa missiologia bíblica e estratégia missionária para o Brasil até hoje. Convivemos com esta visão distorcida a respeito da comunidade nativa do nosso país quando até o termo “índio” passou a ser sinônimo de preguiça ou ignorância e “programa de índio” aponta para algo mal planejado e que sempre dá errado.Calcula-se que havia 1,5 milhão de indígenas no ano de 1530 enquanto hoje eles não passam de 300.000 em todo o território nacional entre os quais escondem-se as mais duras realidades e desafios espirituais e assim somos chocados com pessoas como a índia Thuthurudé da tribo Deni que um dia exclamou: “Ore por mim ! Quero ouvir o evangelho antes de morrer”.

REALIDADE POPULACIONAL E LINGUÍSTICA

Trata-se de uma realidade desconhecida por muitos onde mais de 300.000 índios dividem-se em cerca de 251 etnias distintas representando mais de 180 línguas diferentes. Dentre estas, apenas 26 possuem o Novo Testamento completo traduzido em seus idiomas e outras 59 possuem porções, entretanto mais de 120 tribos necessitam urgentemente de uma tradução das Escrituras. Apesar das 25 Agências Missionárias que bravamente atuam entre os índios em nosso país ainda contamos com mais de 100 tribos totalmente não alcançadas além de outras 19 em fase de estudo. Segundo estatísticas de junho de 2001 do Banco de Dados do Departamento de Assuntos Indígenas da AMTB (tendo o Pr Rinaldo de Mattos como organizador e o missiólogo PauloBottrel como pesquisador) o cenário indígena é como se segue:
Para entendermos a realidade indígena atual olharemos rapidamente alguns aspectos.

Tribos conhecidas:
218 (população: 353.881)
Tribos isoladas: 33 (população: 1.853)
Tribos a serem pesquisadas:
50 (população estimada: 2.735)
Tribos com existência duvidosa:
48 (população: 2.217)
Total de tribos existentes: 349 (população: 360.686)

A situação das tribos indígenas em relação à distribuição da própria população segue o seguinte diagrama:

52 tribos com menos de 100 pessoa s
115 tribos entre 100 e 1.000 pessoas
53 tribos entre 1.000 e 10.000 pessoas
5 tribos entre 10.000 e 20.000 pessoas
2 tribos entre 20.000 e 30.000 pessoas
1 tribo com mais de 30.000 pessoas
23 tribos com população indeterminada

Em relação ao evangelho as tribos indígenas são classificadas da seguinte forma:

72 não alcançadas46 alcançadas só por Missões Católicas4 alcançadas só por Leigos 2 alcançadas só com Tradução
75 alcançadas satisfatoriamente
8 alcançadas e com Liderança Autóctone
9 com situação indeterminada
118 sem presença missionária evangélica
A realidade a respeito desta centena de tribos brasileiras não alcançadas envolve línguas complexas, lugares inacessíveis, possibilidade de embates tribais, enfermidades, isolamento e especialmente restrições legais.
É preciso sentar e calcular o preço da construção da torre. Essa é a nossa nação!

Fonte: www.mntb.org.br

Chega de olhar pra mim, abre a minha visão...

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